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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Aprovação do governo de Dilma chega à 62%

dilma-rousseff 
A aprovação do governo Dilma Rousseff ficou estável em dezembro. No total, 62% da população avaliaram a gestão como boa ou ótima – mesmo índice registrado em setembro pela pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope, que teve o último levantamento de 2012 divulgado hoje (14). A estabilidade na avaliação se manteve também no que se refere ao percentual de pessoas que consideram o governo regular (29%) e ruim/péssimo (7%).
Apenas o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo mandato, obteve avaliação mais alta no mesmo período: 73%. Em dezembro de seu segundo mandato, o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi avaliado como bom ou ótimo por 25% da população. Para 59% dos entrevistados, o governo Dilma é igual ao governo Lula, enquanto 29% o considera pior, e 19%, melhor.
Já a aprovação do modo de governar da presidenta subiu um ponto percentual, passando dos 77% registrados em março, junho e setembro, para 78% em dezembro. Estável e em patamar elevado ficou também a confiança da população em Dilma, com 73% em dezembro (mesmo índice registrado em setembro). (Correio da Bahia)

sábado, 20 de outubro de 2012

Dilma alfineta ACM Neto e diz que vencer em Salvador é obrigação

Em comício realizado pouco após pesquisa Ibope apontar ACM Neto (DEM) oito pontos à frente de Nelson Pelegrino (PT) na disputa do segundo turno da eleição em Salvador, a presidente Dilma Rousseff afirmou na noite desta sexta-feira (19) que não iria "falar mal de ninguém", mas em seguida partiu para o ataque contra o democrata. E disse ter "obrigação de ganhar a eleição" na capital baiana.
"Só assim o time vai ficar completo", afirmou, em referência ao principal mote da campanha de Pelegrino, que prega o alinhamento do candidato com os governos federal e estadual.
"Assim como eu tenho um parceiro que é o governador Jaques Wagner [PT], eu preciso de um parceiro como o Pelegrino na prefeitura", completou Dilma, antes de iniciar uma série de críticas indiretas a ACM Neto.
ACM Neto abre oito pontos sobre petista em Salvador, aponta Ibope
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"Tem gente que votou contra as cotas [nas universidades públicas], que inclusive entrou na Justiça contra as cotas [o DEM contestou a política], que falou que Bolsa Família era 'bolsa esmola', que acha absurdo o governo subsidiar a construção de casas para quem não tem moradia [como no programa Minha Casa, Minha Vida]", disse.
E acrescentou: "Aqui não pode ter um governinho, um governo pequenininho, que gosta de perseguição, de gente que discrimina as pessoas".
A presidente falou por cerca de 18 minutos e o comício terminou quase às 21h, pouco antes do último capítulo da novela "Avenida Brasil", da TV Globo. A pedido do DEM, a Justiça Eleitoral chegou a proibir que a novela fosse exibida em telões durante o comício.
O governador Jaques Wagner, inclusive, brincou com a situação. "O povo achava que, por causa de uma novela que repete amanhã, o povo iria perder a chance de ver a presidente da República", disse.
Wagner também minimizou o resultado da primeira pesquisa de intenção de voto do segundo turno, que registrou 47% a 39% para ACM Neto. "É o mesmo instituto que dizia que eu não iria nem para o segundo turno em 2006, mas ganhei no primeiro".
O local do comício ficou lotado, aproveitando a grande população de Cajazeiras, na periferia soteropolitana.
Dilma chegou a errar o nome do bairro por seis vezes -falou em "Cazajeiras"-- antes de se corrigir. "Tem hora que eu fico 'tatibitati', viu, gente... Mas é a emoção", emendou.
No momento mais incisivo de seu discurso, Pelegrino provocou ACM Neto ao dizer que ele está agora "com a mesma turma que colocou o prefeito João Henrique [PP] no poder".

Folha

domingo, 14 de outubro de 2012

PT e PMDB usam 2º turno como prévia para repetir aliança

A presidente Dilma Rousseff quer reeditar a aliança com o PMDB em 2014, quando pretende concorrer a um segundo mandato. A estratégia para o novo casamento começou a ser construída em São Paulo, com o apoio do PMDB ao candidato do PT à Prefeitura, Fernando Haddad, e já virou prioridade em outras praças. Com o radar voltado para a montagem de um palanque nacional pró-Dilma, a meta dos dois partidos é isolar o PSDB e dar um sinal de alerta ao PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que se movimenta para assumir posição de destaque no jogo de 2014. O mapa político indica que o PT terá o PMDB ao seu lado em pelo menos 10 das 22 cidades onde disputa o segundo turno. Nelas, há um universo de 11,9 milhões de eleitores que os petistas pretendem conquistar no próximo dia 28 com o apoio do aliado. Até agora, os principais acordos do PMDB para a segunda etapa da eleição foram costurados pelo vice-presidente Michel Temer, licenciado do comando do partido, com uma tática que vai além da dobradinha para as prefeituras. Na prática, Dilma, Temer e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalham para a construção de parcerias mais amplas com a base aliada, de olho nas disputas aos governos estaduais e ao Palácio do Planalto, daqui a dois anos. A ofensiva pretende avançar sobre os domínios do senador Aécio Neves (PSDB-MG), provável adversário de Dilma em 2014, derrotar o tucano José Serra em São Paulo e impedir Campos de alçar voo próprio. Leia mais no Estadão.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Dilma deve vir a Salvador na sexta-feira (12) para intensificar campanha do PT

As assessorias do PT e de Nelson Pelegrino não confirmam, mas os jornais do Sudeste dão como certa a visita da presidente Dilma a Salvador. Neste segundo turno, Dilma vai pousar nas cidades de São Paulo, onde disputam Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB), em Manaus, onde há o embate entre Vanessa Grazziotin (PCdoB) e Arthur Virgílio (PSDB) e em Salvador, no duelo de Nelson Pelegrino (PT) e ACM Neto (DEM). A capital baiana é tratada com prioridade pelos dirigentes do partido neste segundo turno, onde a campanha será intensificada e concentrada nas cidades citadas.Bocão News

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Dilma diz que redução do preço da energia pode ser maior

O preço da energia vai cair em média 16,2% para os consumidores residenciais e até 28% para a indústria, mas a redução pode ser maior após cálculos da Aneel sobre concessões que vencerão em 2016 e 2017. “Essa reduções, poderão ser ainda maiores quando a Aneel concluir os estudos, em março", disse a presidenta.

“Essa reduções poderão ser ainda maiores quando a Aneel concluir os estudos, em março, e apresentá-los numericamente no que diz respeito aos contratos de distribuição que vencerão entre 2016 e 2017”, disse, durante anúncio oficial das mudanças no cálculo das tarifas de energia.
A redução do preço da energia vai se dar pela combinação do cálculo de preço na renovação de concessões do setor elétrico, redução de encargos federais que incidem sobre as contas de luz e aporte da União de R$ 3,3 bilhões. As mudanças estão em medida provisória assinada pela presidenta.
A presidenta Dilma reafirmou que o pacote aumentará a competitividade do país; terá efeito multiplicador em outros setores da economia e, combinado com outras medidas, vai garantir ao país uma década de crescimento. “Terá impacto sobre toda a economia, ao reduzir custo das mercadorias, melhorar a participação do país na disputa por mercados internacionais, criar mais empregos, reduzir a inflação”, listou.
As medidas anunciadas hoje fazem parte do chamado Novo Modelo do Setor Elétrico, política que começou a ser elaborada pela presidenta Dilma em 2003. Na época, ela era ministra de Minas e Energia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A redução do preço da energia e o futuro das concessões do setor sempre estiveram no centro das discussões das mudanças regulatórias.
“Sabemos que a partir de 2003 um grande trabalho na área de energia foi feito em nosso país. Tínhamos um país com sérios problemas de abastecimento e distribuição de energia, que amargaram oito meses de racionamento, que resultaram em grandes prejuízos para as empresas e impuseram restrições a qualidade de vida da população. Tivemos que reconstruir esse setor”, disse.
Segundo Dilma, com o novo modelo, o governo conseguiu ampliar a geração e a rede de distribuição e transmissão, democratizar o acesso à energia, por meio do programa Luz para Todos, e deu “estabilidade e segurança” ao mercado elétrico. “Esse modelo sem dúvida deu certo. Mesmo com a economia crescendo, não faltou energia ao país, porque passamos a planejar. Esse país mudou, nós respeitamos contratos”, acrescentou.
A redução nas tarifas de energia é “a maior que se tem notícia nesse país” e vai beneficiar a todos os consumidores. As medidas para a redução serão acompanhadas de aumento da fiscalização e punições mais severas para empresas que descumprirem contratos”, de acordo com a presidenta. “Seremos cada vez mais vigilantes para garantir o serviço prestado pelas empresas, fiscalizaremos com rigor o cumprimento dos contratos e a qualidade dos serviços”, disse.
O anúncio foi acompanhado pelos ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, da Fazenda, Guido Mantega, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e por governadores de estado.

Agência Brasil

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